Muitos não acreditam em inferno astral, em astrologia, em
destino.
Eu acredito.
E acima de tudo, acredito em energia, em canalização de
energia.
Sei que não é fácil a vida, sei que ela prega desafios diários
e difíceis. Sei que a vida é um constante tropeçar e um repetitivo reclamar.
Então parece que tudo conspira para que aquilo que não tava
dando certo, siga não dando e outras mil coisas parem de dar...
Até que alguma coisa faz o elo quebrar e a energia
circular... Troca de energia. Basta o primeiro clique para tudo desandar ou
tudo alavancar... Curioso, não?!
Ultimamente minha vida andava uma M. total, mas total
mesmo... Desesperadora. Tá, não venham comparar com os pobres da Etiópia sem
comida ou com as crianças abandonadas embaixo da ponte. Falo da minha
realidade, da minha vida, do meu alcance.
Era uma sensação de sufocamento, de angustia, de falta de ar
e desespero, uma sensação que o meu mundo ia desabar... Um choro sem freio, um
nó na garganta, uma dor no peito e uma intuição de que a vida ia me pregar
peças todos os dias, e ela me pregava, uma pior que a outra.
Daí a raiva tomou conta, o sentimento negativo dominou e
tudo, absolutamente tudo travou.
Até que um dia chorei até dormir e pedi para todos os
santos, anjos, axés, astros, mas principalmente para mim mesma que mudasse esta "coisa"... E acreditem... Ela NÃO MUDOU!
Segui chorando desesperadoramente, e tudo seguiu dando
errado...
Até que sai para conversar com uns amigos e cheguei dizendo que não queria falar de mim, que pelo amor de Deus que eles falassem deles, que eu não queria pensar em nada, apenas desligar.
Até que sai para conversar com uns amigos e cheguei dizendo que não queria falar de mim, que pelo amor de Deus que eles falassem deles, que eu não queria pensar em nada, apenas desligar.
Daí eu acho que o elo ficou mais fraco, sabem, começou a
romper... Nessa mesa tinha outra caprica, passando por uma situação bem parecida
com a minha e outras amigas afundadas na M. como eu... Uma disse os “planos”
dela para abrir um espaço no soterramento marrom... E pela primeira vez em
algum tempo ri, ri muito da minha desgraça e da nossa desgraça. Fizemos o que
eu sempre dizia e que esqueci: “fazer da desgraça, uma graça”.
Nesse papo também uma disse: “to tentando olhar só as coisas
boas que tenho ao meu redor e abstrair as ruins”. Confesso que isso está sendo
um exercício, mega complicado para mim, mas estou me esforçando! Às vezes
consigo!
Esse primeiro passo, de rompimento da corrente do mal foi dado...
Não, não se iludam, minha vida não voltou a ser flores, mas os brotos voltaram a aparecer, quem sabe eles não abrem?!
Não, não se iludam, minha vida não voltou a ser flores, mas os brotos voltaram a aparecer, quem sabe eles não abrem?!
E esse é um dos muitos motivos que não escrevia mais, que
não entrava mais aqui... Mas esse é outro exercício que quero retomar:
escrever! Faz tão bem!
Bora lá, viver... E viver bem!
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