Há quem me conheça e não saiba um pouco de mim.
Há quem me conhece e sabe um pouco de mim.
Há aqueles que acham que me conhecem, eu me incluo nisso.
Nunca soube ao certo quem sou, pois na minha vida falta uma peça viva e companheira. Falta a trajetória completa de meu pai, falta sua palavra, seu abraço, seu pedaço.
Apelido essa parte da minha história, carinhosamente, de quebra-cabeça. Pois a cada depoimento, papel, ficha, amigo, cadastro... me descubro. Descubro parte do meu DNA. Uma peça se encaixa, outra se completa e a minha própria existência vai tomando forma.
Eu vou me conhecendo, reconhecendo.
Gêns, cromossomos. Eles realmente existem, não só na aparência física, mas nos ideais. Sou uma guerreira dentro das minhas necessidades, traumatizada pela política e pelo caminho que ela segue. Mas tenho em meu sorriso largo, o mesmo dente torto e a mesma utopia de vida.
Orgulho de ser filha de quem sou. Orgulho desse cara que todos admiram e sentem saudade.
Abaixo a matéria, feita pela Luiza Villamea, que conta um pouco disso...
http://www.revistabrasileiros.com.br/2013/06/03/como-um-passarinho/
Boa leitura à todos os interessados.
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