Sempre achei que soubesse o que é saudade.
Sempre achei que ficar sem ver era saudade. E era.
Mas hoje eu sei que tem duas saudades:
Aquela que rasga o peito e transborda pelos olhos.
Aquela que de alguma maneira se tem contato físico e passa.
Sempre achei que ficar sem ver era saudade. E era.
Mas hoje eu sei que tem duas saudades:
Aquela que rasga o peito e transborda pelos olhos.
Aquela que de alguma maneira se tem contato físico e passa.
A saudade que sinto hoje, é visceral, é carnal.
Arde, dói, deixa oco e vazio.
O coração pulsa, a alma geme.
Agradeço por ter vivido, mas que falta faz ao resto dos dias.
Minha religião me acolhe, mas não faz cafuné.
Minhas lembranças me acalentam, mas não me aconselham.
Arde, dói, deixa oco e vazio.
O coração pulsa, a alma geme.
Agradeço por ter vivido, mas que falta faz ao resto dos dias.
Minha religião me acolhe, mas não faz cafuné.
Minhas lembranças me acalentam, mas não me aconselham.
Minhas lágrimas saltam, mas não dizem: “tem certeza que é isso mesmo?”.
“ - Vai passar, seca essas lágrimas Negrinha, teu sorriso é lindo.”
Ai, que saudade... E essa, que rasga, não vai passar.
Sim, meu Véio, irei secar. Por ti, irei sorrir.
“ - Vai passar, seca essas lágrimas Negrinha, teu sorriso é lindo.”
Ai, que saudade... E essa, que rasga, não vai passar.
Sim, meu Véio, irei secar. Por ti, irei sorrir.
Te amo, para todo sempre... meu tudão!

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